Ela mandou-o embora, como as cinzas de um cigarro da meia-noite.
Ela quebrou-lhe o coração, que gastava a vida inteira a tentar esquecer
Prestamos atenção ao facto de ele beber, afastando a dor um pouco de cada vez,
Mas ele nunca poderia beber o suficiente para tira-la de sua mente,
Ele põe aquela garrafa em direção a sua cabeça e puxado o gatilho,
Finalmente bebeu afastando-a da sua memória.
A vida é curta, mas desta vez esteve maior,
Do que a força que ele tinha obtido para levantar os seus joelhos.
Nós encontramo-lo com a cara na almofada,
Com uma nota que dizia: "eu vou ama-la até a morte"
E quando nós o enterramos debaixo do salgueiro,
Os anjos cantaram uma canção de ninar do whisky.
Os boatos voavam, mas ninguém soube o quanto ela se culpou.
Por anos e anos, ela tentou esconder o whisky na sua respiração.
Finalmente ela bebeu afastando a sua dor um pouco de cada vez,
Mas ela nunca poderia beber o suficiente para tira-lo de sua mente,
Até a noite que a encontramos com a cara para baixo na almofada,
Agarrada ao seu retrato para a eterna vida.
Ela foi colocada ao seu lado debaixo do salgueiro.
Enquanto os anjos cantavam uma canção de ninar do whisky....
"Pega no telefone e liga-lhe. Liga as vezes que forem precisas até
conseguires uma resposta, a paz de uma certeza, mesmo que essa certeza
não seja a que desejavas ouvir. Mas não fiques quieta, à espera que a
vida te traga respostas. A vida é tua, tens de ser tu a vivê-la, não
podes deixar que ela passe por ti, tu é que passas por ela."
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Historia
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